A Cooperativa convida artistas, técnicos, coprodutores e espectadores, para avaliar o roteiro e colaborar da produção, em troca de participação nos lucros da venda pay-per-view do filme.

A Cooperativa busca financiamento de R$ 3.5 milhões de reais, em troca de retenção prioritária da venda do pay-per-view, para investidores ou exposição de marca e ações promocionais para patrocinadores.

Em meados do século XIX, o Império Brasileiro proíbe que igrejas possuam propriedades produtiva, o que muda radicalmente a vida de Firmino um escravo negro, que mesmo tendo nascido e vivido livre em uma fazenda da Igreja, está sendo vendido, para proprietários de terras da Bahia.

Um habeas corpos impetrado por Adam Fenix, abolicionista de origem inglesa, contra seus os donos de uma casa comercial de São Paulo, responsáveis pela venda dos escravos, provoca um processo na corte da Vila de Paranaguá, que culminará na validação de 270 cartas de liberdade dos protagonistas de nossa história.

Depois da emancipação do Estado do Paraná, e as novas Leis que visavam recolher mais impostos para o Império Brasileiro, as igrejas e ordens filantrópicas foram proibidas de desenvolver atividades comerciais e nesse momento que a casa comercial Taker & Gavião adquiri a fazenda dos frades da igreja.

A surpresa de encontrar mais de 300 escravos, que viviam na Capão do Iapó, modifica os planos de Guilherme e Camilo, que com a ajuda da polícia de Curitiba, invadem a fazenda e fazem 270 escravos prisioneiros, com o plano de levá-los para a Vila de Paranaguá, e embarca-los em um navio, rumo a Bahia.

Firmino pede a ajuda do delegado da Vila de Castro, que vai atrás do tropeiro Julião, para encontrar o frade Jonas e colher assinaturas nas cartas de liberdade e assim poder salvar os escravos.

O juiz Efrem Martins assume o caso, e depois de dois meses de audiências na corte da Vila de Paranaguá, Pedro Leão consegue chegar, com as cartas de liberdade, e num acordo inédito, os advogados Adam e Lúcio Viana, conseguem acomodar a todos os envolvidos no processo, validar as cartas, oferecer trabalho remunerado aos escravos nas lavouras de cacau da Bahia, atendendo assim aos interesses de todos envolvidos no processo.

Investidores

Valor – R$ 3,5 milhões de reais

Venda antecipada de pay-per-view

30% do valor do investimento é dedicado ao marketing e publicidade do lançamento do filme

Incentivos fiscais

Patrocinador

Exposição de marca – Créditos Iniciais, Mídias sociais

Nome da marca – Releases de imprensa e citação do patrocínio em entrevistas.

Incentivos fiscais

Ações promocionais

Equipe

Produtor

Transmídia

Peabiru – Série de Documentários

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